Esta primera maquina de vapor que por las ruedas me da la impresión que de ser usada de tractora sería por caminos sin railes. Pero el volante de inercia del lateral es que era usado para poner en funcionamiento maquinaría mediante poleas.
La segunda de las maquinas de ser usada fue ya en el exterior, ya que creo sería muy arriesgado al interior ya que con ella y podría organizas una tragedia.
El de la segunda foto en el que se transportaba mineral pero disponía de un mecanismo para descargar la carga basculando hacía un lado.
Esta maquina de vapor, que al encontrarse en una vitrina puede ser una reproducción a escala, por esos dos volantes de inercia pudiera haber sido usada para poner maquinaria en movimiento.
En un lateral vemos una chapa que al ampliar la foto he podido leer "T. Gamito 1865".
Este compresor construido el año 1916, que como se ve en el letrero le denominan "caballito de vapor" quizás sea por su potencia.
Este fue usado en la industria azucarera de Las Gabias en la provincia de Granada y vemos que es una donación particular.
Aunque la actividad de la empresa no tenga nada en común con la minería y la provincia este en el extremo contrario de España, supongo que alguna similar fue usada en las minas asturianas.
Esta bomba de vapor de doble pistón fue usada por la empresa minas de Lieres para la inyección de agua.
Fue construida por la empresa Worthington el año 1930.
Este cabrestante fue adquirido por el coto minero de Lieres o minas de Lieres sito en el termino municipal de Siero a principio de siglo (supongo que del XX) a la sociedad belga "Solvay y Compañía".
Estos elementos también conocidos como "Malacates" frecuentemente se usaban para el arrastre de las vagonetas, pudiendo ser de air comprimido como este o eléctrico.
Esta antigua maquina de vapor adquirida por la empresa de "Minas de Lieres" el año 1915 tenía una potencia de 450 caballos. A lo largo de su vida útil sufrió alguna modificación.
Su función era la extracción del mineral en las vagonetas.
Este microscopio electrónico fabricado por la empresa Siemens en el año 1970 y que fue comprado por la sanidad nacional para le Residencia Sanitaria (denominación de hospitales por entonces mas pequeños) Nuestra Señora de Covadonga de Oviedo.
Este instrumento es un mareógrafo es usado para medir y registrar oscilaciones del nivel del mar como son las mareas. Suelen colocarse en las entradas de los puertos. Por la cartela fue construido el año 1900 por la firma "Negretti & Zambra.
Si el anterior elemento pudo servir para detectar y así curar alguna enfermedad de los mineros, este pudo dar informaciones a las minas cercanas a la costa por filtraciones del nivel freático del mar.
Este cabrestante por las dos poleas que vemos en la parte alta y el lugar puede ser una representación de como funcionaban en los castilletes. Como podéis ver no afirmo ya que se me paso por alto el cartel indicativo.






















Tomás, qué interesante recorrido por estas máquinas que marcaron una época. Cada pieza que muestras —desde la locomotora diésel hasta los compresores y cabrestantes— ayuda a entender cómo se trabajaba y cómo fue evolucionando la minería asturiana. Se agradece mucho esta manera tan cuidada de preservar memoria y técnica.
ResponderEliminarUn fuerte abrazo.
Impressionante a robustez destas máquinas! Dá para ter uma ideia da dureza do trabalho da época.
ResponderEliminarAdorei a explicação e as fotos.
Abraços e uma boa semana
Gusta visitar estos museos. Nos muestran maquinas y otras piezas que descubrimos en ellos. Gracias
ResponderEliminarBuena semana Tomás.
Un abrazo.
That 1916 compressor from Granada ending up all the way over in Asturias is a wild trip. Really enjoyed your theory about the tide gauge connecting to coastal mine seepages, too. That massive Solvay winch looks like an absolute beast to operate back in the day.
ResponderEliminarTomás,
ResponderEliminarLos trenes me resultan muy familiares; mi abuelo paterno trabajaba para la Red Federal de Ferrocarriles (RFFSA). Guardo muy buenos recuerdos de él conduciendo locomotoras de vapor y, más tarde, trenes más modernos.
Un abrazo.
TÓMAS QUERIDO
ResponderEliminarVisitar este museu foi como percorrer um capítulo vivo da história da mineração e da engenharia. O mais interessante é perceber como cada máquina guarda não apenas uma função, mas também uma parte da evolução tecnológica e do esforço humano.
Chamou-me a atenção a primeira máquina a vapor. Pelas grandes rodas, imaginei que pudesse até ter circulado como um trator, mas o volante lateral revela que sua verdadeira função era transmitir movimento a outras máquinas por meio de polias. Já a segunda parece claramente destinada ao trabalho ao ar livre, pois utilizá-la em locais fechados certamente representaria um enorme risco.
A locomotiva a diesel Atos nº 38 demonstra como esse tipo de equipamento foi essencial nas atividades mineiras. Faz sentido que fosse utilizada em espaços abertos, onde os gases de escape não ofereciam o mesmo perigo encontrado em galerias subterrâneas.
Também achei interessante a locomotiva da HUNOSA, de fabricação alemã. É impressionante perceber como a tecnologia evoluiu até permitir o uso de locomotivas a diesel no interior das minas, graças a melhorias na segurança, antes de serem substituídas pelas locomotivas elétricas movidas a bateria.
Os diferentes vagões expostos ajudam a compreender a rotina dos mineiros. O destinado ao transporte de trabalhadores revela um cotidiano de disciplina e riscos, enquanto o vagão basculante para minério mostra soluções simples e inteligentes para facilitar a descarga do material extraído.
Outra peça que despertou minha curiosidade foi a máquina a vapor equipada com dois grandes volantes. Mesmo sendo possível que seja uma reprodução, ela permite imaginar a força necessária para movimentar equipamentos industriais de sua época. O detalhe da inscrição "T. Gamito 1865" acrescenta ainda mais valor histórico ao conjunto.
O compressor de 1916, conhecido como "cavalo de potência", demonstra como equipamentos industriais encontravam aplicações em diferentes setores. Embora tenha sido utilizado na indústria açucareira de Granada, é fácil imaginar máquinas semelhantes desempenhando funções importantes nas minas das Astúrias.
A bomba a vapor de pistão duplo da empresa Lieres evidencia a importância do controle da água nas explorações subterrâneas. Já o guincho pneumático mostra como o transporte de cargas pesadas exigia mecanismos robustos e eficientes muito antes da mecanização moderna.
A antiga máquina a vapor de 450 cavalos impressiona tanto pelo porte quanto pela função de içar os vagões carregados de minério. Saber que ela permaneceu em serviço após diversas modificações demonstra a durabilidade e a importância desses equipamentos.
Foi uma agradável surpresa encontrar também um microscópio eletrônico Siemens de 1970. A presença desse equipamento amplia a proposta do museu, mostrando que a tecnologia vai muito além da mineração e também contribui para o avanço da medicina.
Outro objeto curioso é o marégrafo fabricado pela Negretti & Zambra em 1900. Além de registrar as marés, imagino que informações desse tipo pudessem ser úteis para regiões mineiras próximas ao litoral, especialmente em questões relacionadas às infiltrações de água.
Por fim, o grande guincho exposto desperta facilmente a imaginação. Mesmo sem a placa informativa, sua estrutura permite visualizar como equipamentos semelhantes trabalhavam nas torres das minas, sustentando e movimentando cargas que eram fundamentais para toda a atividade mineradora.
Foi uma visita extremamente enriquecedora, capaz de mostrar como cada máquina representa um avanço tecnológico e, ao mesmo tempo, uma homenagem ao trabalho e à história da mineração.
SAUDAÇÕES
What a fascinating glimpse into the evolution of mining technology, from steam engines and diesel locomotives to pumps, winches, and scientific instruments, each telling a story of industrial ingenuity and history.
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