Estas peculiares construcciones suelen tener nombres personales, negocios o calles de la localidad.
El primero de los letreros vemos puede ser un negocio "El tinao de Chicho Bodega", el segundo y cuarto cartel son nombre del callejero "tinao Partidero y tinao calle del Águila" y el tercero denota su asentamiento cercano al ayuntamiento.
En otro me encontré unos versos del poeta granadino de Fuendetodos Federico García Lorca.
Dice la tarde: "¡tengo sed de sombra!"
Dice la luna: "¡tengo sed de luceros!".
La fuente cristalina pide labios,
pide risas el silencio
y suspiros el viento.





























I love such details. Words of this poet are so beautiful so full of emotions, love love love. This poet had to feel Mother Nature feelings. :)
ResponderEliminarI would love to walk in this place. Really unique to me, such lovely details, beautiful atmosphere. Very relaxing post to me, thank you.
Have a nice, full of joy weekend. Saludos. :)
São caminhos muito interessantes; parecem minas de carvão, mas na superfície.
ResponderEliminarNova tirinha publicada. 😺
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Boa tarde meu querido amigo Tomás. Obrigado por cada detalhe e explicação. Nunca vi na igual ou parecido aqui no Brasil. As fotos ficaram maravilhosas. Gostei muito das placas e das poesias. Grande abraço do seu amigo brasileiro.
ResponderEliminarUn paseo precioso por los tinaos de Pampaneira. Tus fotos capturan esa mezcla de calma, luz y encanto que hace tan especial a la Alpujarra. Da gusto viajar contigo a través de la cámara.
ResponderEliminarUn abrazo, Tomás.
Hermosas fotos. Prestas atención a tantos detalles. Saludos
ResponderEliminarWhat a lovely place to take a nice walk! Beautiful photos, Tomas!
ResponderEliminarLindas imagenes. Me gustaría conocer el lugar. Te mando un beso.
ResponderEliminarWhat a beautiful glimpse into Pampaneira. The tinaos are like such a charming blend of function and character. I especially love the Lorca verses; they add a poetic heartbeat to the streets and architecture you’re describing.
ResponderEliminarImagens de um passado que estão lá para nos recordar.
ResponderEliminarDe que época são essas passagens?
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Muy interesante, me habría gustado verlo. Besos.
ResponderEliminarOs tinaos surgem no teu texto não apenas como construções, mas como espaços vivos, cheios de identidade e memória. É muito bonito perceber como cada um carrega um nome — de pessoas, de ruas, de ofícios — como se a arquitetura conversasse diretamente com quem passa, contando histórias sem precisar de voz.
ResponderEliminarOs letreiros, os detalhes curiosos e até essas palavras de aparência árabe reforçam o quanto Pampaneira guarda camadas culturais profundas. E o encontro com os versos de Federico García Lorca é simplesmente encantador: poesia no meio do caminho, oferecendo sombra, silêncio, suspiros… quase como se o próprio lugar respirasse versos.
A explicação sobre a estrutura dos tinaos, com vigas de madeira e lajes de ardósia, mostra uma arquitetura pensada para o clima e para a convivência. Eles protegem, acolhem, criam espaços de encontro, de trabalho artesanal e de vida partilhada. O texto transmite essa sensação de abrigo, de passagem calma, de tempo que corre diferente.
Lendo, dá vontade de caminhar sob esses tinaos, devagar, observando os nomes, sentindo a sombra fresca e deixando a história — e a poesia — nos acompanhar pelo caminho.
SAUDAÇÕES